terça-feira, 30 de julho de 2013

Festa do Imigrante!

Bom, essa festa já aconteceu faz algum tempo, quer dizer, acho que já tem mais de um mês! Mas só agora tive tempo de postar algo!



Acho que vale a pena registrar aqui! Foi a primeira vez que fui na Festa do Imigrante, aqui em São Paulo. Acontece no próprio Museu do Imigrante, no Brás! Pertinho da estação Bresser do Metrô!



além das várias barracas de comes e bebes há outras atrações, como a feira de artesanato, oficinas, contação de história para as crianças e o palco com as atrações de música e dança.

A procura principal imagino que seja pela comida, eu amei aquela variedade de comidas típicas, cada coisa diferente e deliciosa! É muito comida, e o preço não é muito barato, então é bom escolher bem o que vai comprar.






O ideal é chegar bem cedo, por volta das 10 horas da manhã, porque depois vai ficando muito cheio e difícil até mesmo de andar lá dentro, quanto mais de chegar nas barracas para pedir qualquer comida, é preciso ter paciência! 

Agora que eu já sei como funciona, irei no próximo ano com certeza!



quinta-feira, 9 de maio de 2013

PARQUE ESTADUAL JUQUERY


Parecia que tinha sido ontem que eu fui para INTERVALES! Realmente nem parecia que fazia tanto tempo que eu não trilhava. Bom, mas até que enfim eu tenho uma nova postagem para colocar aqui!

Desta vez fui para o Parque Estadual do Juquery. Próximo de São Paulo, em Franco da Rocha, logo depois de Mairiporã.
 

Sábado, dia 04 de maio acordei às 04:30 hrs da manhã, tudo escuro, já deixei minha mochila arrumada, tomei café, peguei os líquidos na geladeira e parti! Às 05:30 eu já estava no ônibus quase chegando à estação de trem. Ainda tudo escuro! Cheguei na estação de metrô Carrão (nosso ponto de encontro) às 06:40 horas da manhã. Bastante cedo como sempre, não gosto de me atrasar e nem de fazer ninguém esperar.

Demorei para achar o pessoal, esqueci de anotar os detalhes sobre o local de encontro, mas como tinha pego o telefone de algumas pessoas deu tudo certo! Tivemos que esperar todos chegarem e a hora foi passando. Já fazia uns 30 minutos que estávamos lá e nada do Moraes chegar; ligamos para ele que disse ainda estar longe e resolvemos seguir para o Parque e encontra-lo por lá.

Estávamos em 3 carros cheios. Conheci uma galera nova muito bacana e também reencontrei a galera do Nação Trilheira que fazia tempo que não via.

O Parque é muito bonito, tem uma grande área verde, parquinho para as crianças e quiosques para fazer churrasco, mas o nosso objetivo lá era mesmo fazer as trilha. Acho que tem umas 04 ou 05 trilhas para fazer e também não me lembro se fizemos 03 ou 04 das trilhas do parque. O caminho é muito bonito, amplo, bem aberto piso de terra, mas logo a paisagem muda, a vegetação já não era a mesma, não havia mais árvores, só mata rasteira, terra vermelha e muita subida pela frente.





Chegamos até um mirante que tinha 04 andares, mas só podíamos subir até o terceiro piso, ainda assim a vista é linda de lá. Subimos em grupo de 05 pessoas, nem todo mundo quis subir alguns ficaram com medo da altura e do balançar da escada com o vento. Ficamos parados um tempo por lá, fazendo um lanche.






Seguimos então para a próxima trilha. Muita subida. Bem difícil, fiquei muito cansada, nem parece que faço academia, nem parece que faço trilha, aff! E lá fomos nós! Para piorar o sol estava torrando, nenhuma sombrinha, nem uma árvore se quer! Chegamos ao topo da montanha na trilha do Ovo da Pata. Linda vista! Ficamos por lá mesmo, sentados no topo do morro, admirando a vista e esperando o pessoal que ainda faltava subir. O sol estava queimando demais, acabando com a gente; Aproveitamos para fazer outro lanche enquanto esperávamos e pessoal e torrávamos no sol do meio dia!







A descida foi mais tranquila, muito cuidado ao pisar nas pedras e logo chegamos novamente ao caminho plano de terra vermelha rumo a entrada do parque. Aproveitamos para fazer uma pequena trilha de 500 metros, a trilha da Árvore Solitária. Deu logo para entender o porquê do nome da trilha. A recompensa foi ótima, queria muito uma sombra de árvore, melhor que isso só uma cachoeira. Infelizmente não passamos por nenhuma cachoeira, mas passamos por uma bica na volta e enchemos nossas garrafinhas de água.



Mais uma vez fizemos uma pausa para esperar o restante do pessoal que não aparecia de jeito nenhum, resolvemos seguir em frente e esperamos pela galera na entrada do parque, deitados no gramado, debaixo das árvores, curtindo a sombra e as mexericas que o Guilherme trouxa da casa dele. Ô delícia!



Parece que o pessoal teve problemas pelo caminho por isso demoraram tanto para voltar. A Alexandra passou mal e tiveram que ajuda-la a seguir até o final da trilha, mas já estava tudo bem.




E assim terminou mais um dia de trilha. Cheguei em casa quebrada, esgotada, só queria um bom banho e cama para no dia seguinte acordar cedo e ir ao Pq. Ibirapuera curtir mais um dia ao ar livre!

domingo, 3 de março de 2013

INTERVALES

Mais uma trip com o Rumo a Trilha! Desta vez um final de semana todinho!
Pousada ao fundo

Saimos da estação Tiête por volta da 1 da manhã de sábado. Cheguei lá na estação e me senti perdido, não conhecia ninguém, fiquei deslocada, mas já dentro do ônibus encontrei um pessoal conhecido e fiz novas e boas amizades.
A viagem foi cansativa, não consegui dormir direito, achei a poltrona desconfortável. Quando estava no mais gostoso do sono o ônibus parou e ouvi o pessoal falando que havíamos chegado. Fiz a besteira de sair do ônibus, devia ter continuado lá dentro e voltado a dormir, como a maioria, pois até abrir o restaurante para o café da manhã ainda tínhamos mais de 1 hora pela frente.
Fazia frio de manhã, estávamos dentro do Parque Estadual Intervales, municípios de Guapiara, Ribeirão Grande, Capão Bonito e Iporanga.

sacada no nosso quarto - Pousada Onça-Pintada


Enquanto esperávamos o café da manhã, saímos explorando os arredores, fomos até a pousada onde ficaríamos, um pouco afastada do restaurante, aqui você já é obrigada a caminhar desde o início. Nada de moleza!

Tomamos um café da manhã maravilhoso. Pãozinho caseiro de primeira! O Flor fez a divisão do pessoal e nos dirigimos aos quartos. fiquei no quarto maior, com mais 6 mulheres. Estávamos em 35 pessoas; praticamente lotamos a pousada.

Devidamente vestidas apropriadamente para trilha nos encaminhamos até a administração, pegamos nossos capacetes e dividimos o grupo em duas turmas. Fiquei com a turma maior que escolheu fazer a trilha Divisor das Águas (Rios Parapanema e Ribeira de Iguape). Considerada difícil pela Passaporte Trilhas de São Paulo, e parece ser a trilha mais longa do parque também. tudo certo, estávamos preparados para a aventura.





A trilha é longa, mas é tranquila, não tem muitas subidas, poucos obstáculos, é preciso bastante atenção por conta do terreno escorregadio, muita lama e muitos tombos pelo caminho! A grande atração da trilha são as cavernas, se não me engano passamos por três diferentes cavernas, a maior dela percorremos quase 2 km, muitos obstáculos, água até a cintura, adrenalina total! Na real: muito melhor do que video game!

Passei uns apuros lá dentro da caverna, momentos tenso! Minha lanterna não queria parar presa no capacete, tive que carregá-la na mão, até consegui prende-la na gola da camiseta, mas não ficou bem firme, acabou batendo na pedra, caindo e se espatifando, estava afastada do pessoal e fiquei na escuridão total, consegui chamar uma amiga que vinha logo atrás e consegui montar a lanterna, ficou tudo bem só ganhei um baita arranhão no braço que agora já virou uma discreta cicatriz.








morcegos





Terminamos a trilha por volta das 17 horas, cobertos de lama! Sujos até as orelhas! Depois de um bom banho de mangueira deixei meu tênis e meia na varanda para secar.

Nada como um bom banho para renovar as forças. Seguimos para o restaurante onde nos esperava um delicioso jantar!

Após o jantar o pessoal se reuniu no salão ao lado dos quartos da pousada. Fazia frio, acendemos a lareira, abrimos algumas garrafas de vinho e ainda cortaram uns salaminhos e queijos para os mais gulosos. Noite agradável com direito a seção de piadas do Flor e música ao vivo com o Jefferson tocando violão e o pessoal acompanhando os hits dos anos 80/90, Legião Urbana, Capital Inicial e até Raul Seixas. Toca Raul!
Antes mesmo de chegar no repertório Raul eu já tinha ido para o quarto dormir. Já estava super cansada e depois de alguns golinhos de vinho, desmaiei na cama.
Queria ter ficado mais um pouco para jogar cartas com o pessoal, mas o cansaço foi maior!






Após uma noite muito bem dormida estávamos prontas para mais uma trilha. Outra trilha do passaporte: Trilha do Mirante da Anta. Nível Médio, 4,0 km (ida e volta). Só subida e alguns trechos com degraus. O dia estava bem mais quente que o anterior e com toda essa subida eu parecia que ia pegar fogo. Chegamos ao topo e avistamos a sede do parque toda a região de INTERVALES.  Mesmo a vista sendo linda aquele sol forte na cabeça nos fez sair rapidinho do mirante e descer até a cachoeira.
Bendita cachoeira. Não tinha intenção de entrar na água, afinal, não estava com roupa de banho e não queria levar roupa molhada para casa dentro da mala, além de molhar o outro tênis e ficar sem tênis para voltar.





piscina de pedra! natural!

Vista do Mirante da Anta


Vista do Mirante















O pessoal insistiu e eu não aguentei entrei na água de roupa mesmo! Ninguém resistiu, todos se molharam!
Voltamos para a pousada para tomar banho arrumar as malas, almoçar e voltar para casa.
Saímos de lá já era quase 15 horas da tarde. A volta foi bem tranquila, não pegamos congestionamento da estrada, eu consegui dormir um pouco, assistir um filme que o Flor colocou pra gente e ainda jogar MASTER com a Claudia.

Chegamos em São Paulo, Estação Tiête às 19 horas! Mais um longo caminho até chegar em casa, metrô, trem e ônibus e um pouco antes das 22:00 horas eu cheguei no meu lar doce lar!